05 de fevereiro de 2008 - 11h44 Por Computerworld, EUA
Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram um chip que promete ser 10 vezes mais eficiente em termos de consumo energético que os processadores usados atualmente em dispositivos móveis, como celulares.
O novo projeto, que está sendo apresentado no International Solid State Circuits Conference, em São Francisco (EUA), esta semana, envolve processadores também para equipamentos eletrônicos como PDAs e dispositivos médicos implantados no paciente.
A chave para melhorar a eficiência energética do chip está em fazê-lo trabalhar com um nível de voltagem reduzida, de acordo com relatório de Joyce Kwong, estudante graduada do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do MIT e membro do grupo de desenvolvedores do novo chip.
Muitos dos processadores móveis atualmente utilizados operam a cerca de 1 volt, segundo seu relatório. Mas o projeto do MIT requer apenas 0,3 volts.
"A voltagem é crítica", disse Jim McGregor, um analista do instituto In-Stat. "Todos os dispositivos móveis recebem exigências para uma capacidade de uso cada vez maior. Reduzir a voltagem permite que você aumente a complexidade do silício para que ele seja capaz de assumir ainda mais funções, e isso também aumenta o vida útil da bateria, um componente crítico em uma série de aplicações", acrescentou.
McGregor explicou que quando se usa uma equação padrão para calcular quanta energia um chip pode usar, a voltagem é alinhada. Isso quer dizer que controlar a voltagem usada é uma fator chave para a redução do consumo de energia.
Dean McCarron, presidente do Mercury Research, afirmou que nos anos 60 e 70, um chip de computador usava cerca de 12 volts. Dez anos atrás, o volume caiu para 5 volts e isso foi reduzido ainda mais nos últimos três anos, para algo entre 1 e 2 volts, disse ele.
"Reduzir a voltagem é na verdade o padrão para reduzir o consumo energético", disse McCarron. "O desafio é saber quando a voltagem atinge um certo limite. Até então 0,9 volts era considerado o limite, mas esses pesquisadores atravessaram esse patamar".
O novo projeto, que está sendo apresentado no International Solid State Circuits Conference, em São Francisco (EUA), esta semana, envolve processadores também para equipamentos eletrônicos como PDAs e dispositivos médicos implantados no paciente.
A chave para melhorar a eficiência energética do chip está em fazê-lo trabalhar com um nível de voltagem reduzida, de acordo com relatório de Joyce Kwong, estudante graduada do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do MIT e membro do grupo de desenvolvedores do novo chip.
Muitos dos processadores móveis atualmente utilizados operam a cerca de 1 volt, segundo seu relatório. Mas o projeto do MIT requer apenas 0,3 volts.
"A voltagem é crítica", disse Jim McGregor, um analista do instituto In-Stat. "Todos os dispositivos móveis recebem exigências para uma capacidade de uso cada vez maior. Reduzir a voltagem permite que você aumente a complexidade do silício para que ele seja capaz de assumir ainda mais funções, e isso também aumenta o vida útil da bateria, um componente crítico em uma série de aplicações", acrescentou.
McGregor explicou que quando se usa uma equação padrão para calcular quanta energia um chip pode usar, a voltagem é alinhada. Isso quer dizer que controlar a voltagem usada é uma fator chave para a redução do consumo de energia.
Dean McCarron, presidente do Mercury Research, afirmou que nos anos 60 e 70, um chip de computador usava cerca de 12 volts. Dez anos atrás, o volume caiu para 5 volts e isso foi reduzido ainda mais nos últimos três anos, para algo entre 1 e 2 volts, disse ele.
"Reduzir a voltagem é na verdade o padrão para reduzir o consumo energético", disse McCarron. "O desafio é saber quando a voltagem atinge um certo limite. Até então 0,9 volts era considerado o limite, mas esses pesquisadores atravessaram esse patamar".
O relatório de Kwong informa que o projeto de chip está no estágio de prova de conceito. Os pesquisadores do MIT acreditam que ele poderá estar disponível em cinco anos, "talvez antes", diz o texto.
Os pesquisadores do MIT trabalharam em parceria com a Texas Instruments nesse novo projeto, que foi em parte financiado também pela U.S. Defense Advanced Research Projects Agency.
Os pesquisadores do MIT trabalharam em parceria com a Texas Instruments nesse novo projeto, que foi em parte financiado também pela U.S. Defense Advanced Research Projects Agency.
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